5 crianças e jovens que estão a mudar o mundo através da tecnologia | Happy Code

5 crianças e jovens que estão a mudar o mundo através da tecnologia

Junho 07, 2018

Não é novidade para ninguém que as crianças e jovens têm muita facilidade em dominar novas tecnologias e explorar todas as possibilidades, certo?

Há muitas crianças e adolescentes que se inspiram nesse no mundo de possibilidades que a tecnologia oferece e tentam descobrir mais informações, para aprenderem a criar e tornarem o mundo melhor. Para muitos inventores, esse desejo de ajudar os outros e mudar o mundo existe desde tenra idade. Com o uso da tecnologia, os jovens são capazes de construir protótipos e de inventar dispositivos que tenham real impacto na nossa sociedade. Conheçam cinco crianças e adolescentes que estão a transformar o mundo através das suas competências tecnológicas.

1.Kenneth Shinozuka (19)

O Alzheimer é uma das doenças que mais ameaçam a saúde em todo o mundo, incluindo os entes queridos de Kenneth Shinozuka. Ele lembra-se de ter quatro anos e estar num parque no Japão, quando de repente o seu avô se perdeu. A sua família conseguiu então diagnosticar a doença, levando a que Kenneth quisesse fazer algo para saber se o avô estaria seguro quando saísse de casa. Assim, aos 15 anos, Kenneth projectou um sensor de pressão que, quando activado por um passo, enviava uma mensagem para o smartphone dos cuidadores do seu avô. A sua invenção, nomeada de Safe Wander, permite que os membros da família saibam quando um parente sai da cama e monitorizem a sua actividade, por meio de uma aplicação móvel que armazena dados a longo prazo. As famílias podem então levar essas informações ao médico para actualizações em tempo real sobre a condição do paciente.

2.Hannah Herbst (16)

A Hannah quer fornecer água potável e uma fonte de energia sustentável às pessoas dos países em desenvolvimento. Inventou a Ocean Energy Probe, um dispositivo que converte as correntes oceânicas em energia utilizável através de um gerador. Imprimiu em 3D o seu design e acredita que, ao ampliar o seu protótipo, será capaz de converter corrente suficiente em energia para alimentar três baterias de carro em menos de uma hora. A Hannah quer usar a sua invenção para energizar bombas de dessalinização de água e converter água salgada em água potável. A sua invenção é uma grande solução para a falta de água potável em alguns países costeiros e, por isso, ganhou o prémio Young Scientist Challenge da 3M.

3. Lalita Srisai (16)

Um dia, enquanto caminhava na sua terra natal, a indiana Lalita Srisai notou que os agricultores tinham colocado de lado enormes pilhas de espigas de milho, deixando-as ao lado da estrada. Ela trouxe uma espiga para casa, colocou-a numa tigela de água e notou que, mais tarde, a água parecia mais limpa. A partir daí, ela começou a fazer experiências com espigas de milho secas e a sua capacidade de absorver contaminantes da água.

Srisai acredita que pode comercializar o dispositivo junto dos agricultore,s para que façam purificação da água de maneira mais fácil e barata. O filtro de espiga de milho remove 80% das impurezas, incluindo detergentes, óleos e outras partículas. A invenção ganhou o Prémio de Impacto Comunitário da Feira de Ciência da Google em 2014.

4. Mark Leschinsky (13)

Enquanto se vivia a epidemia do Ebola de 2014, Mark Leschinsky, de 9 anos, de New Jersey nos Estados Unidos, sentiu que queria ajudar. Ele viu que havia um problema na maneira como os uniformes dos trabalhadores eram ineficazes, percebendo que 900 profissionais de saúde foram infectados por usarem uniformes convencionais. Então, Mark inventou um uniforme auto-desinfectável, projectado para manter os trabalhadores seguros ao tratarem dos pacientes. O fato tem três camadas, uma camada interna impenetrável, uma camada central com bolsos cheios de solução desinfectante e uma camada externa perfurada que permite que a solução mate os vírus da roupa. Em 2015, Mark foi integrado na Galeria de Jovens Inventores dos Estados Unidos.

5. Ann Makosinski (20)

Quando era criança, Ann Makosinski passava horas a mexer e a fazer experiências com os seus brinquedos e outros objetos do quotidiano, ao seu redor, para criar as suas primeiras invenções.  Quando ela tinha 15 anos, criou um protótipo para uma lanterna alimentada pelo calor da mão. Esta invenção foi o resultado de um projecto científico do nono ano e o objectivo de Makosinski era poder oferecer uma solução prática para pessoas com acesso limitado a energia e electricidade.

Como parte de um projecto no ensino secundário, Makosinski criou o “e-Drink”, uma caneca de café que recolhe o excesso de calor de uma bebida quente enquanto esfria. Uma caneca isolada e modificada que captura a energia térmica da bebida quente, armazena-a como electricidade numa bateria interna e disponibiliza-a para carregar um dispositivo externo, como um telefone. Com a bateria actual da caneca pode prolongar a vida de um iPhone em cerca de 10 a 30 minutos. Ela ganhou o Prémio de Excelência em Empreendedorismo Sustentável de 2015 e as suas duas invenções têm causado fervor internacionalmente desde a sua criação.

Aulas de tecnologia e inovação permitem uma aprendizagem com diversão

A maioria das pessoas ainda pensa que programação e robótica são conhecimentos difíceis de serem assimilados mas, pelo contrário, até as crianças podem aprender os conceitos desde muito novos e começarem a criar os seus próprios jogos, aplicações e drones, construindo assim um mundo cheio de possibilidades.

As crianças e adolescentes devem aproveitar esta relação com as novas tecnologias para se transformarem em novos criadores. Além disso, esta aprendizagem ajuda no desenvolvimento de novas competências como, por exemplo, na facilidade em aprender uma nova língua, melhor raciocínio lógico e organização das ideias e facilidade no trabalho em equipe. Esse conhecimento vai seguramente ajudá-las a entrar no mercado de trabalho e a construir uma carreira promissora.

Sobre a Happy Code

A Happy Code é uma escola de programação, tendo como missão formar pensadores e criadores do século XXI. Com uma metodologia de ensino baseada no conceito STEAM (“Science, Technology, Engineering, Arts and Math”), os cursos lecionados incidem sobre a programação de computadores, desenvolvimento de jogos e aplicações, robótica com drones, bem como produção e edição de vídeos para o YouTube.

Tendo como premissa de atuação os valores da responsabilidade, da confiança, da inovação e da consciência social, a Happy Code leciona os seus cursos em centros próprios ou em escolas, empresas, municípios, projetos sociais, centros de estudo, ATLs, entre outros, estando já presente em várias zonas de Portugal.
Para saberes mais, vê os nossos cursos e segue-nos:

 face   insta   twitter    pint

As aulas de tecnologia ajudam as crianças a tornarem o mundo melhorPorque aprender programação pode auxiliar a carreira do seu filho?