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Consumidor de tecnologia e criador de tecnologia: compreenda as diferenças

Preparar os filhos para o mundo digital não é uma tarefa impossível. Por mais que existam desafios, isso passa por uma reavaliação do próprio conceito de tecnologia, de modo a compreender como ela pode ter influência no desenvolvimento das crianças. Neste sentido, é fundamental compreender a diferença entre ser um consumidor e um criador de tecnologia.

O criador é quem se envolve ativamente e desenvolve as competências necessárias para o mundo moderno. Ou seja, ele sabe usar as inovações a seu favor e consegue crescer com o suporte dessas ferramentas. Esta é a direção que o seu filho tem de seguir.

É importante saber ajudá-lo a se tornar num utilizador ativo e evoluir de um simples consumidor. Quer conhecer a melhor forma de pôr isto em prática? Preste atenção às seguintes dicas!

A importância da tecnologia no dia-a-dia das crianças

Antes de mais, vamos começar por explicar a importância da tecnologia para as crianças. Um dos aspetos mais simples de compreender é que estas inovações relacionam-se de uma forma diferente com os pequenos, uma vez que eles são nativos digitais.

Ou seja, para eles, os sistemas são comuns e são uma fonte para encontrar diversos conteúdos. Utilizar estas soluções inovadoras para a educação é, por isso, muito efetivo. Conheça alguns benefícios.

Raciocínio

O resultado do uso de inovação no contexto educacional é o desenvolvimento de competências fundamentais para o mercado de trabalho. Podemos referir, por exemplo, a melhoria do raciocínio.

Crianças em contacto com sistemas digitais desenvolvem frequentemente uma forma de pensar mais rápida, de acordo com o funcionamento desses dispositivos ágeis, que respondem ao toque.

A interação com os sistemas e a Internet também gera mais curiosidade e, por conseguinte, mais autonomia para aprender coisas novas.

Concentração Outra questão é a maior concentração dos pequenos: quando conetados, eles fecham-se no seu próprio universo e prestam muita atenção ao que estão a ver. Desta forma, aprendem a dedicar-se totalmente a uma atividade e obter resultados positivos.

Autonomia e independência

A autonomia torna-se também numa certa independência, que é importante para que os pequenos cresçam com capacidade crítica e consigam ser autodidatas em certos temas e assuntos.

Deste modo, conseguirão aprender ainda mais, ultrapassando barreiras e dificuldades comuns.

Pensamento computacional

Da mesma forma, é desenvolvido o pensamento computacional, com raciocínio lógico e uma forma de pensar direcionada para compreender os computadores e a linguagem digital.

As crianças aprendem a pensar em causa-consequência, assim como a dividir problemas em etapas menores, e podem exercitar esta forma de pensamento através dos jogos tecnológicos.

Comunicação

Ao consumir conteúdo e dialogar com as ferramentas, as crianças também aumentam a capacidade de comunicação. Aprendem novos idiomas, reforçam a aprendizagem no idioma nativo e avançam na descoberta de novas formas de comunicar.

Além disso, as crianças entram em contacto com colegas no ambiente online e compreendem como relacionar com eles, seja em jogos ou em redes sociais.

A diferença entre consumidor e criador de tecnologia

Para avançarmos no nosso tema, temos de compreender, então, a diferença entre um consumidor e um criador de tecnologia.

O que é um consumidor? Consumidores são aquelas crianças que participam passivamente na Internet e utilizam ferramentas modernas da forma convencional.

Passam pouco tempo conetadas, sem extrair muito da experiência. Neste caso, as inovações são um lazer que ocupam bastante tempo na rotina do dia.

Mesmo com a necessidade de desenvolver competências importantes para o futuro, o simples uso das tecnologias não contribui para que essas crianças evoluam. Elas jogam, interagem nas redes, publicam conteúdo, divertem-se, mas nada além disso.

O que seria, então, um criador? É o participante ativo, que sabe obter o melhor da relação com os sistemas. É educado digitalmente, de modo que sabe como extrair valor e aprendizagem dessas ferramentas.

Para ele, a experiência digital vai além do entretenimento e do passatempo, desenvolvendo um perfil que o irá preparar para o mercado de trabalho.

Estas crianças não só criam ferramentas tecnológicas, como também utilizam as inovações como meio para desenvolver soluções para outros problemas e desafios. Tudo isto de uma forma lúdica e divertida.

Motivos pelos quais a criança deve ser uma criadora de tecnologia

Apresentaremos agora 5 benefícios que o seu filho pode usufruir ao criar tecnologia.

Raciocínio lógico

O primeiro ponto é justamente o desenvolvimento do raciocínio lógico, assim como das competências sociais. As vantagens que referimos no primeiro tópico são consequências do envolvimento com a criação de soluções tecnológicas. As crianças aprendem coisas novas frequentemente e deparam-se com novos desafios para resolver. Assim, desenvolvem empatia, criatividade, capacidade de resolver problemas e boa comunicação, por exemplo.

Empreendedorismo

A criação desperta o empreendedorismo. Desta forma, os pequenos já começam a interessar-se por inovação e solução de problemas desde cedo, desenvolvendo as caraterísticas de grandes líderes. Aprendem a gerir recursos, a lidar com limitações e a aproveitar oportunidades.

Trabalho em equipa

A criação também contribui para a socialização e para o trabalho em equipa. Afinal, as crianças dedicam-se aos seus projetos com a ajuda de outros colegas e, desta forma, aprendem a trabalhar com outras pessoas.

Mesmo tendo autonomia, o estudante vai descobrir quais são as melhores estratégias para trabalhar em grupo.

Ensino interdisciplinar

O ensino ativo de criação de tecnologias envolve uma série de disciplinas e de conhecimentos interdisciplinares. Deste modo, os pequenos crescem com a capacidade de assimilar diversos assuntos, aplicando-os devidamente num contexto.

Aprendem mais sobre matemática, lógica, programação, engenharia, ciências e outros assuntos importantes.

Aprendizagem de inglês

Como a maioria das ferramentas tecnológicas envolve conteúdo em inglês, o perfil criador é aquele que domina este idioma.

Neste sentido, estas crianças aprendem conceitos importantes da língua e ganham naturalidade com ela, de forma a tornar o estudo exclusivo mais fácil.

O contacto com o inglês fará com que esse idioma deixe de ser uma dor de cabeça e se torne algo simples e intuitivo.

Para ajudar no desenvolvimento do perfil que cria e inventa, uma escola especializada fornece todo o apoio necessário aos pais.

A Happy Code é uma das escolas que podem ajudar as crianças a se tornarem criadoras de tecnologia.

Com uma metodologia moderna, aliada com conhecimentos interdisciplinares, a maior escola de inovação prepara o estudante com tudo o que precisa para compreender o mundo digital. Ele aprende a criar sistemas com programação, robótica, criação de jogos e outras técnicas. Tudo isto com aulas que se encaixam perfeitamente na rotina. De modo diferente do consumidor de tecnologia, o criador parte de uma educação digital e consegue compreender o mundo de forma crítica, aprender com as inovações, desenvolver o perfil necessário para obter bons empregos e se destacar no futuro. Neste sentido, é importante contar com uma boa escola de inovação.

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