Qual a hora certa de abordar a educação digital com as crianças?

É inegável que as crianças e adolescentes da actualidade nasceram imersos no mundo tecnológico, sendo inclusivamente chamados de nativos digitais.

Em contrapartida, reconhecendo a sensibilidade dos serviços fornecidos, as principais plataformas online, como o Youtube, Facebook, Whatsapp e Instagram, estipulam nos seus termos de uso a idade mínima para a utilização dos respectivos serviços. O que, notoriamente, é pouco respeitado seja pelos menores, seja pelos responsáveis que acabam cedendo à vontade dos filhos em entrarem cada vez mais cedo no mundo virtual.

Mas afinal, qual a idade certa para se iniciar a educação digital dos menores? A resposta é simples: desde sempre!!! Na medida em que o menor cria consciência e competências para manusear os equipamentos electrónicos dos seus pais, é importante que estes possam dar os primeiros suportes e orientações.

Ainda assim, alerta-se que as orientações e monitorização devem ser redobrados quando os pequenos ganham equipamentos electrónicos próprios. Nesse sentido, é importante lembrarmos a famosa frase de Stan Lee no Filme Homem Aranha: “Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades”.

Nos termos de uso das respectivas plataformas, a idade mínima para utilizar o Facebook e Instagram é 13 (treze) anos, o Whatsapp é 16 (dezesseis) anos e o Youtube 18 (dezoito) anos.

Adaptado de texto de Helena Mendonça – Nethics Educação Digital
Sobre a Happy Code

A Happy Code é uma escola de programação, tendo como missão formar pensadores e criadores do século XXI. Com uma metodologia de ensino baseada no conceito STEAM (“Science, Technology, Engineering, Arts and Math”), os cursos lecionados incidem sobre a programação de computadores, desenvolvimento de jogos e aplicações, robótica com drones, bem como produção e edição de vídeos para o YouTube.

Tendo como premissa de atuação os valores da responsabilidade, da confiança, da inovação e da consciência social, a Happy Code leciona os seus cursos em centros próprios ou em escolas, empresas, municípios, projetos sociais, centros de estudo, ATLs, entre outros, estando já presente em várias zonas de Portugal.

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